segunda-feira, 19 de julho de 2010

Regiões Brasileiras


2010 "ANO DA BIODIVERSIDADE"

É isso aí pessoal vamos pensar não só no presente mais no futuro que nos aguarda,portanto cuidemos agora do que é nosso para que manhã possamos desfrutar.
Brasil terra de contrastes,eta esse meu Brasil brasileiro,formoso,maravilhoso cheio de espécies mil com sua fauna e flora mas pessoal preste atenção:Precisamos cuidar melhor do que é nosso e é só começar de onde estamos com pequenas atitudes.Vale lembrar o que você fizer agora de bom irá colher mais na frente.Beijocas....

Conheça o CENTRO- OESTE - Contribuição da aluna Flavia do 5°ano
O clima da região varia pouco. Exceto a Planície do Pantanal todo o território esta no planalto central brasileiro e uma pequena porção ao sul no planalto meridional. Em razão disso a região apresenta o clima influenciado pela altitude. Mesmo não apresentando um clima variado, a região tem uma grande amplitude térmica. Em média ao longo dos anos as mínimas são de 5°C e as máximas chegam a 41°C. Tipicamente o clima da região é tropical e na classificação mais especifica encontra-se 3 tipos de clima: Cwa (temperaturas moderadas com verões quentes e chuvosos), Aw (temperaturas elevadas, chuva no verão e seca no inverno) e Am (temperaturas elevadas com alto índice pluviométrico). O Cwa observa-se nas áreas mais altas de Goiás e no sul do Mato Grosso do Sul. Já o Am encontra-se na parte norte do Mato Grosso e o Aw em todos os estados em sua maioria. O índice pluviométrico é caracterizado por diferenças, pois em sua maioria o inverno é bastante seco e o verão muito chuvoso. A média na região é de 1500mm/ano.

No inverno com a entrada de massas de ar polar pode ocorrer geadas no sul do Mato Grosso do Sul e quando a massa de ar frio é forte chega-se a registrar geadas até em Goiás, porém não é todo ano que acontece isso. Por exemplo, no sul de Goiás a média é de 1 geada a cada 3 anos. Já no sul do Mato Grosso do Sul a média é de 3 geadas por ano.
As temperaturas mínimas registradas no ano podem chegar a 1°C tendo já registros de -3°C no histórico. Em Brasília e região, em razão de sua altitude (mais de 950 metros), as temperaturas são moderadas levando-se em consideração sua latitude baixa, mas não chega a ocorrer geadas, sendo que durante os meses de maio e agosto a umidade relativa do ar fica extremamente baixa fazendo assim com que durante a tarde a temperatura fique elevada mas após o pôr do sol ela cai rapidamente e durante a madrugada chega a valores de até 10°

38 comentários:

  1. Quase três mil animais mortos em quatro dias. O gado estava em fazendas de 15 municípios de Mato Grosso do Sul, a maioria delas pratica a rotação de cultura. Em uma época a terra é semeada com grãos, e em outro período do ano vira pasto.
    São grandes áreas sem árvores, que poderiam proteger o gado do frio intenso. Especialistas não descartam a possibilidade de novas mortes.
    “Os animais que não morreram pode desenvolver pneumonia”, diz o veterinário Arley Coelho da Silva.
    “Tomar cuidado para não contaminar fonte de água, nascentes”, alerta a presidente da Agência de Defesa Sanitária Animal Maria Cristina Carrijo.
    O prejuízo para os pecuaristas chega a R$ 3 milhões. A quantidade de animais mortos equivale ao consumo por uma semana em uma cidade de 800 mil habitantes. A morte do gado pode agora trazer consequências para o consumidor.
    Para o analista de mercado Júlio Brissac, a perda de animais em Mato Grosso do Sul pode afetar o preço da carne em outras regiões do país, principalmente no Sudeste: “Qualquer notícia de diminuição ainda maior de oferta é sempre impactante para o mercado. Entramos no período de entressafra, e se na safra o preço já esteve em patamares altos, na entressafra vai ficar mais alto ainda”.

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  2. É isso aí pesoal de olho na região centro-oeste maiores informações repassem. Pró Miza.

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  3. Olá Isnam estou esperando o seu comentário sobre a nossa região que está sendo estudada.Beijocas.Fica com Deus.

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  4. Todos precisam saber que um pequeno planeta precisa ser sustentado a qualquer custo.

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  5. Somos privilegiados por fazermos de parte de um país que possui a maior BIODIVERSIDADE do mundo. Portanto preservemos esse presente que Deus nos deu.

    SOMOS A BIODIVERSIDADE.

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  6. A perda da BIODIVERSIDADE custa dinheiro assim também com vidas.

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. BIODIVERSIDADE
    PODE ser definida como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Ela pode ser entendida como uma associação de vários componentes hierárquicos: ecossistema, comunidade, espécies, populações e genes em uma área definida. A biodiversidade varia com as diferentes regiões ecológicas, sendo maior nas regiões tropicais do que nos climas temperados.
    Refere-se à variedade de vida no planeta Terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna, de fungos macroscópicos e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, hábitats e ecossistemas formados pelos organismos.
    A Biodiversidade refere-se tanto ao número (riqueza) de diferentes categorias biológicas quanto à abundância relativa (equitatividade) dessas categorias. E inclui variabilidade ao nível local (alfa diversidade), complementaridade biológica entre habitats (beta diversidade) e variabilidade entre paisagens (gama diversidade). Ela inclui, assim, a totalidade dos recursos vivos, ou biológicos, e dos recursos genéticos, e seus componentes.
    A espécie humana depende da Biodiversidade para a sua sobrevivência.

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  9. Centro-Oeste é umas das cinco grandes regiões em que é dividido o Brasil.
    A Região Centro-Oeste é dividida em quatro unidades federativas: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, onde fica Brasília, a capital do país. Com uma área de 1.606.371,505 km², a Região Centro-Oeste é um grande território, sendo a segunda maior região do Brasil em superfície territorial. Por outro lado, é a região menos populosa do país e possui a segunda menor densidade populacional, perdendo apenas para a Região Norte. Por abrigar uma quantidade menor de habitantes, apresenta algumas concentrações urbanas e grandes vazios populacionais.

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  10. O clima da região Centro-Oeste do Brasil é tropical, quente e chuvoso, sempre presente nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. A característica mais marcante deste clima quente é a presença de um verão chuvoso, entre os meses de outubro a março, e um inverno seco, entre os meses de abril a setembro.
    O noroeste da região, ocupado pela Amazônia, é abrangido pelo clima equatorial, e o restante pelo clima tropical. As temperaturas, são mais altas do que no sul. O inverno apresenta temperaturas acima de 18°C; durante o verão, a temperatura pode alcançar temperaturas superiores a 25°C. Existe declínio sensível de temperatura quando ocorre o fenômeno da friagem, que é a chegada de uma massa polar atlântica que através do vale do rio Paraguai, atinge todo o oeste dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
    As chuvas, além de concentradas em apenas uma estação do ano, se distribuem irregularmente na região, atingindo-se mais de 2.500 mm a noroeste de Mato Grosso e reduzindo-se a pouco mais de 1.200 mm grande parte do território.
    Nas regiões mais elevadas do Planalto Central ocorre o clima tropical de Altitude e as mínimas são menores podendo ocorrer geadas nessas regiões. Em outras partes da região também é norma ocorrer geadas.
    Os meses de verão são úmidos, porque nessa época, a Planície do Pantanal é uma das áreas mais quentes da América do Sul, e por esse motivo, forma um núcleo de baixa pressão que atrai os ventos úmidos conhecidos como alísios de nordeste. A chegada desses ventos corresponde às chuvas fortes que caem na região.
    O norte da região, de altas temperaturas e grande quantidade de chuvas, engloba características do clima equatorial. No restante da região, o efeito da continentalidade faz com que o clima tropical apareça mais seco, e por consequência, a paisagem vegetal revele densidade menor, apresentando sob a forma de cerrado.

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  11. O Planalto Central é um grande bloco rochoso, formado por rochas cristalinas, sobre as quais se apoiam camadas de rochas sedimentares. Existem trechos em que as rochas cristalinas aparecem livres dessa cobertura sedimentar, surgindo aí um relevo ondulado. Nas áreas em que as rochas cristalinas estão cobertas pelas camadas sedimentares, são comuns as chapadas, com topos planos e encostas que caem repentinamente e recebem o nome de ‘’serras’’. Nestas regiões, as chapadas possuem a denominação de chapadões.
    As chapadas estão presentes na maior parte da região, e em Mato Grosso podem ser citados a Chapada dos Parecis, a oeste, e a Chapada dos Veadeiros, a nordeste; em Goiás, pode ser citado a Chapada dos Veadeiros, ao norte; na divisa com o Nordeste destaca-se o Espigão Mestre, que funciona como divisor de águas da bacia do Tocantins e da bacia do São Francisco.

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  12. No Centro-Oeste existem formações vegetais bastante diferentes umas das outras. Ao norte e oeste aparece a Floresta Amazônica, praticamente impenetrável, composta por uma vegetação densa e exuberante. A maior parte da região, entretanto, é ocupada pelo cerrado, tipo de savana com gramíneas altas, árvores e arbustos esparsos, de troncos retorcidos, folhas duras e raízes longas, adaptadas à procura de água no subsolo. O cerrado não é uniforme: onde há mais árvores que arbustos, ele é conhecido como cerradão, e no cerrado propriamente dito há menos arbustos e árvores, entre os quais se espalha uma formação contínua de gramíneas.
    Em Mato Grosso do Sul, existe uma verdadeira "ilha" de campos limpos, conhecidos pelo nome de campos de Vacaria, que lembram vagamente o pampa gaúcho. A região do Pantanal, sempre alagável quando nas cheias de verão, possui uma vegetação típica e muito variada, denominada Complexo do Pantanal. Aí aparecem concentradas quase todas as variedades vegetais do Brasil: florestas, campos e até mesmo a caatinga.
    Podem ser identificadas ainda as matas galerias em alguns trechos do cerrado, que se caracterizam por serem densas apenas nas margens dos cursos d'água ao longo dos quais se desenvolvem e cuja umidade as mantém. A floresta tropical que existia na região está praticamente extinta.

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  13. As primeiras estradas e vilas criadas na região foram obras dos bandeirantes que, durante os séculos XVII e o XVIII, desbravaram territórios à procura de minérios ou para capturar indígenas. Mas o efetivo povoamento regional somente começou quando o desenvolvimento do Sudeste fez surgir um forte mercado consumidor para a pecuária e a agricultura na parte sul da região.
    Em 1935, Goiânia foi construída para ser a nova capital de Goiás, o que se tornou um atrativo ao povoamento da área. Outras cidades foram crescendo em importância, como Anápolis, por exemplo, ligada a Minas Gerais através de várias rodovias e ferrovias. A construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, concluída em 1950, que liga Bauru, em São Paulo, a Corumbá, em Mato Grosso do Sul, facilitou o escoamento dos produtos e consolidou o desenvolvimento de todo o extremo sul de Goiás e de Mato Grosso.
    A parte norte, até o início da década de 1960, permanecia praticamente selvagem e mal conhecida pelo homem, até que a construção de Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960 e a abertura de estradas — como a Rodovia Belém-Brasília, por exemplo — acabaram atraindo contingentes de migrantes de todo o Brasil para o Planalto Central. A migração, porém, ultrapassou os limites esperados e teve como consequência o surgimento de bairros de trabalhadores ao lado da nova capital, esses bairros que se transformaram nas atuais cidades-satélites, como Gama, Taguatinga, Brazlândia, Sobradinho, Planaltina e Paranoá.

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  14. E economia da região, baseou-se inicialmente, da exploração de garimpos de ouro e diamantes, sendo posteriormente substituídas pela pecuária. A transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília e a construção de novas vias de acesso, aceleraram o povoamento, contribuindo para o seu desenvolvimento.

    A economia do Centro-Oeste, cresce em um ritmo semelhante ao do país. Isso faz com que a região tenha, desde 1991, uma participação de 7,2% no PIB brasileiro, segundo o IPEA (acima de US$ 40 bilhões em 1999).

    A agroindústria é o setor mais importante da economia da região. Ela é a maior produtora de soja, sorgo, algodão em pluma e girassol. Responde pela segunda maior produção de arroz e pela terceira maior produção de milho do país. O Centro-Oeste possui também o maior rebanho bovino do país, com cerca de 56 milhões de cabeças, principalmente em Mato Grosso do Sul.

    As indústrias são principalmente do setor de alimentos e de produtos como adubos, fertilizantes e rações, além de frigoríficos e abatedouros. As maiores reservas de manganês do país estão localizadas no maciço do Urucum, no Pantanal. Devido ao difícil acesso ao local, tais reservas ainda são pouco exploradas.

    Urbanização:

    A região Centro-Oeste vive intenso processo de urbanização. Na década de 70, a população rural representava cerca de 60% do total de habitantes. Em apenas dez anos, o percentual caiu para 32%, até atingir 15,6% em 1996 (cerca de 84,4% de população urbana). Essa progressão se dá não só pelo êxodo rural, mas pelo aumento do fluxo migratório de outros estados brasileiros para os centros urbanos do Centro-Oeste.

    Consequência direta dos programas de mecanização da agricultura, a migração do campo, modifica a distribuição demográfica da região. A nova configuração exige dos estados, investimentos em infra-estrutura urbana e serviços. A mobilização, contudo é insuficiente. Atualmente a região registra indicadores sociais e de qualidade de vida abaixo da média brasileira. Uma exceção é o Distrito Federal, detentor das melhores taxas de escolaridade e da mais elevada renda per capita, da quantidade de veículos e telefones por habitante, de todo o país.ALUNO ISNAN

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  15. E economia da região, baseou-se inicialmente, da exploração de garimpos de ouro e diamantes, sendo posteriormente substituídas pela pecuária. A transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília e a construção de novas vias de acesso, aceleraram o povoamento, contribuindo para o seu desenvolvimento.

    A economia do Centro-Oeste, cresce em um ritmo semelhante ao do país. Isso faz com que a região tenha, desde 1991, uma participação de 7,2% no PIB brasileiro, segundo o IPEA (acima de US$ 40 bilhões em 1999).

    A agroindústria é o setor mais importante da economia da região. Ela é a maior produtora de soja, sorgo, algodão em pluma e girassol. Responde pela segunda maior produção de arroz e pela terceira maior produção de milho do país. O Centro-Oeste possui também o maior rebanho bovino do país, com cerca de 56 milhões de cabeças, principalmente em Mato Grosso do Sul.

    As indústrias são principalmente do setor de alimentos e de produtos como adubos, fertilizantes e rações, além de frigoríficos e abatedouros. As maiores reservas de manganês do país estão localizadas no maciço do Urucum, no Pantanal. Devido ao difícil acesso ao local, tais reservas ainda são pouco exploradas.

    Urbanização:

    A região Centro-Oeste vive intenso processo de urbanização. Na década de 70, a população rural representava cerca de 60% do total de habitantes. Em apenas dez anos, o percentual caiu para 32%, até atingir 15,6% em 1996 (cerca de 84,4% de população urbana). Essa progressão se dá não só pelo êxodo rural, mas pelo aumento do fluxo migratório de outros estados brasileiros para os centros urbanos do Centro-Oeste.

    Consequência direta dos programas de mecanização da agricultura, a migração do campo, modifica a distribuição demográfica da região. A nova configuração exige dos estados, investimentos em infra-estrutura urbana e serviços. A mobilização, contudo é insuficiente. Atualmente a região registra indicadores sociais e de qualidade de vida abaixo da média brasileira.

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  16. Os principais centros urbanos da região são Brasília, Goiânia, Campo Grande, Cuiabá, Dourados e Anápolis. O estado de Goiás possui a segunda melhor e mais conservada malha rodoviária do país, apenas atrás de São Paulo. O aeroporto internacional de Brasília, possui tráfego intenso e fica apenas atrás dos de São Paulo e Rio de Janeiro. O Aeroporto de Santa Genoveva (Goiânia) e os de Campo Grande e Cuiabá possui razoável infra-estrutura e movimento pequeno. Existe um razoável movimento de cargas fluviais nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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  17. · Estados: Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    · Vegetação: Floresta Amazônica (norte e oeste), Cerrado (região central) e Complexo do Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul).

    · Rios Principais: rio Xingu, rio Juruena, rio Teles Pires, rio Paraguai, rio Araguaia, rio Paraná, rio Tocantins.

    · Usinas Hidrelétricas: Complexo de Urubupungá, São Simão e Cachoeira Dourada.

    · Agricultura (principais produtos agrícolas): milho, soja, mandioca, arroz, feijão, café, abóbora, trigo e amendoim.

    · Economia: baseada na agricultura e na pecuária (bovinos, equínos e bufalinos). Indústrias nas capitais: Campo Grande, Goiânia e Cuiabá. Destaque para as indústrias de alimentos, mecânica, química e têxtil.

    · Turismo: o Complexo do Pantanal, em função de suas belezas naturais, é um dos destaques turísticos da região. Oferece boa infra-estrutura (hotéis, pousadas, serviços). Destaca-se também a região de Caldas Novas em Goiás (estância hidrotermal). Encontra-se também em Goiás, cidades com arquitetura colonial.

    · Cultura: Podemos destacar as cavalhadas (folguedos que simulam batalhas medievais entre cristãos e mouros) e outras festas folclóricas.
    Na culinária, os pratos típicos são: arroz com pequi, curau, capivara de caçarola, peixe na telha, quentão, pudim de banana da terra, galinhada entre outros.

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  18. REGIÃO CENTRO OESTE
    Região de influência portuguesa e indígena, Goiás antiga capital ainda preserva seu patrimônio histórico, seus casarões e ruas de pedra. Goiânia a capital e seu interior Pirenópolis, vivem da extração de pedra e do turismo, conhecida pela riqueza do seu folclore, em especial pela festa do divino espirito santo que acontece 40 dias depois da páscoa. Também é chamada a capital brasileira da prata e toda sua beleza pode ser vista do pico central dos montes dos pireneus, que fica a 18 km do centro de Pirenópolis.
    Ilha do bananal é a maior ilha fluvial do mundo, para apreciar toda esta beleza só vendo Brasília, é uma obra de arte onde você pode saber da historia de sua construção no memorial JK.
    Cuiabá é a porta de entrada do pantanal norte, onde está a esplendida Chapada dos Guimarães, uma beleza sobrenatural como a cachoeira véu da noiva .
    Mato Grosso do Sul, Campo Grande a capital, suas ruas e alamedas arborizadas criam um ar de interior. Aquidauana e Miranda disputadas pelos pescadores. No caminho para Corumbá 121 km de fauna e flora pantaneira. Bonito o nome não é a toa , lugar privilegiado pela natureza o mais belo passeio é a gruta do Lago Azul, uma caverna com 80 metros de profundidade.
    Na culinária de sabores exóticos, encontramos o famoso Empadão Goiano, a Galinhada, o Arroz com Pequi e o Peixe na Telha. Os ingredientes indispensáveis são: o pequi, a gariroba e peixes.

    • Arroz com Pequi
    • Empadão Goiano
    • Galinhada
    • Peixe na Telha

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  19. Poema
    Centro-Oeste

    O céu emaranhado de nuvens escuras avisa
    A madrugada vem, a tempestade cai
    Vem sorrateira, contínua e alisa
    As montanhas verdejantes transforma

    Uma paisagem exuberante e natural
    Entre Paraguai e afluentes
    Os rios nascem, as cachoeiras, lagos
    Percorrem traçados permanentes

    Os primeiros visitantes surgem
    Com seus parques e inúmeras reservas
    Araguaia, Xavante e Xingu
    Belezas indígenas da América do Sul

    As bandeiras aparecem no ar
    Ouro, diamantes, garimpos...
    A riqueza da Região salutar
    Formam vilas, estradas e lugarejos

    Mineiros e paulistas criam gado
    São fazendeiros e defensores
    Organizam fortes militares
    Defendem o Brasil dos invasores

    Brasil, Brasília
    Sede do governo brasileiro
    O desenvolvimento da Centro-Oeste
    Começou com Juscelino mineiro

    Ao norte e oeste a floresta Amazônica
    Campos limpos, campos de vacaria
    Boiadeiros, peões e garimpeiros
    Retiram ferro, manganês, cristal de rocha todo o dia

    Os pardos fazem da Região
    A importância da economia
    Sendo a pecuária de corte
    Uma prática que vira esporte

    Os rios que por lá percorrem
    Trazem a imensidão da natureza
    Com suas águas cristalinas
    De morada de tantos peixes
    Jacarés, cobras e sucuris

    Meu Deus! Quanta beleza!

    Pantanal...
    Os rios choram, suas perdas, as matanças
    As bolsas e os sapatos se desfazem com o tempo

    Onde estão as mil espécies de
    Borboletas multicores
    As onças pintadas, arara azul,
    passarinhos e beija-flores

    Ah! Tuiuiú! Ave símbolo do pantanal
    Seu canto mais parece
    Um lamento comovente
    De quem está descontente

    A flora pantaneira abriga
    Árvores gigantescas nos capões do mato
    O angico, o ipê e a aroeira são de fato
    Estonteantes e vibrantes

    As palmeiras, figueiras e orquídeas
    E outras amarelinhas colorem
    A vida de quem por lá passa

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  20. Maravilhoso as suas contribuições Isnam.Continue postando,estude e aprenda muito mais.Beijocas.Pró Miza

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  21. Amei Flávia o poema que lindo.Beijocas querida.

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  22. Centro-Oeste é umas das cinco grandes regiões em que é dividido o Brasil.

    A Região Centro-Oeste é dividida em quatro unidades federativas: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, onde fica Brasília, a capital do país. Com uma área de 1.606.371,505 km², a Região Centro-Oeste é um grande território, sendo a segunda maior região do Brasil em superfície territorial. Por outro lado, é a região menos populosa do país e possui a segunda menor densidade populacional, perdendo apenas para a Região Norte. Por abrigar uma quantidade menor de habitantes, apresenta algumas concentrações urbanas e grandes vazios populacionais

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  23. O Planalto Central é um grande bloco rochoso, formado por rochas cristalinas, sobre as quais se apoiam camadas de rochas sedimentares. Existem trechos em que as rochas cristalinas aparecem livres dessa cobertura sedimentar, surgindo aí um relevo ondulado. Nas áreas em que as rochas cristalinas estão cobertas pelas camadas sedimentares, são comuns as chapadas, com topos planos e encostas que caem repentinamente e recebem o nome de ‘’serras’’. Nestas regiões, as chapadas possuem a denominação de chapadões.

    As chapadas estão presentes na maior parte da região, e em Mato Grosso podem ser citados a Chapada dos Parecis, a oeste, e a Chapada dos Veadeiros, a nordeste; em Goiás, pode ser citado a Chapada dos Veadeiros, ao norte; na divisa com o Nordeste destaca-se o Espigão Mestre, que funciona como divisor de águas da bacia do Tocantins e da bacia do São Francisco.

    [editar] Planície do Pantanal

    Período de cheia no Pantanal.
    Pantanal.O Pantanal é uma planície inundável de formação recente, cuja altitude média é de aproximadamente 110 metros. É, portanto, uma depressão relativa situada entre os planaltos Central, Meridional e relevo pré-andino. Periodicamente, a Planície do Pantanal é inundada pelo Rio Paraguai e seus afluentes. O relevo da planície tem duas feições principais:

    Cordilheiras: Pequenas elevações que não sofrem inundações;
    Baías ou lagos: Partes mais baixas, de formatos circulares, inundadas durante a estação chuvosa, formando lagoas.
    [editar] Planalto Meridional
    O Planalto Meridional se estende da Região Sul até os Estados de Mato Grosso do Sul e Goiás. Nele são encontrados os solos mais férteis de todo o Centro-Oeste – a terra roxa que aparece em forma de manchas no sul de Goiás e em Mato Grosso do Sul.

    [editar] Clima
    O clima da região Centro-Oeste do Brasil é tropical, quente e chuvoso, sempre presente nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. A característica mais marcante deste clima quente é a presença de um verão chuvoso, entre os meses de outubro a março, e um inverno seco, entre os meses de abril a setembro.

    O noroeste da região, ocupado pela Amazônia, é abrangido pelo clima equatorial, e o restante pelo clima tropical. As temperaturas, são mais altas do que no sul. O inverno apresenta temperaturas acima de 18°C; durante o verão, a temperatura pode alcançar temperaturas superiores a 25°C. Existe declínio sensível de temperatura quando ocorre o fenômeno da friagem, que é a chegada de uma massa polar atlântica que através do vale do rio Paraguai, atinge todo o oeste dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    As chuvas, além de concentradas em apenas uma estação do ano, se distribuem irregularmente na região, atingindo-se mais de 2.500 mm a noroeste de Mato Grosso e reduzindo-se a pouco mais de 1.200 mm grande parte do território.

    Nas regiões mais elevadas do Planalto Central ocorre o clima tropical de Altitude e as mínimas são menores podendo ocorrer geadas nessas regiões. Em outras partes da região também é norma ocorrer geadas.

    Os meses de verão são úmidos, porque nessa época, a Planície do Pantanal é uma das áreas mais quentes da América do Sul, e por esse motivo, forma um núcleo de baixa pressão que atrai os ventos úmidos conhecidos como alísios de nordeste. A chegada desses ventos corresponde às chuvas fortes que caem na região.

    O norte da região, de altas temperaturas e grande quantidade de chuvas, engloba características do clima equatorial. No restante da região, o efeito da continentalidade faz com que o clima tropical apareça mais seco, e por consequência, a paisagem vegetal revele densidade menor, apresentando sob a forma de cerrado

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  24. REGIÃO CENTRO-OESTE
    Em Mato Grosso,os índios xavantes tem o canto da caça e a dança da cura.A festa DE SÃO JOÃO é COMEMORADA COM FORMAS LOCAIS.Tem ainda a festa do divino o fandango e etc.........

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  25. CENTRO-OESTE
    Os europeus chegaram á região centro-oeste em busca de ouro,pedras preciosas e índigenas(que tornariam mão-de-obra escrava).Hoje encontramos por lá típicos como o boiadeiro,o vaqueiro,os peões(esses três trabalhadores de fazenda de gado)
    e os garimpeiros(que trabalham minas)

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  26. A biodiversidade é a grande variação de espécies, tanto de animais, quanto de arvores. O Brasil e conhecido por ser um dos países que mais tem a frota de biodiversidade de mundo todo, sendo estas mesmas encontradas na floresta amazônica.

    A floresta amazônica é a maior floresta da América latina, sendo mais de 6,6 de km². Aqui no Brasil são encontradas varias espécies de animais e plantas, algumas se estimam que nem sejam de conhecimento humano.

    Mas se não tomarmos as devidas precauções, essa beleza natural poderá desaparecer diante de nossos olhos. Já são conhecidas medidas para que o desmatamento dessas áreas diminua, e assim preserve a biodiversidade existente no local.

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  27. Valiosas contribuições é isso pessoal.parabéns

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  28. Área total: 927.286 km²
    População (2000): 72.297.351 habitantes
    Densidade demográfica (2000): 77,96 hab/km²
    Maiores cidades (Habitantes/2000): São Paulo (10.405.867); Rio de Janeiro (5.851.914); Belo Horizonte (2.232.747); Guarulhos-SP (1.071.268); Campinas-SP (968.172); Nova Iguaçú-RJ (915.366); São Gonçalo-RJ (889.828); Duque de Caxias-RJ (770.865); São Bernardo do Campo-SP (701.289); Osasco (650.993); Santo André-SP (648.443); São José dos Campos-SP(538.909); Contagem-MG (537.806); Ribeirão Preto-SP (505.053); Uberlândia-MG (500.488); Sorocaba-SP (494.649); Niterói-RJ (458.465); Juiz de Fora-MG (456.432). Vitória, capital do Espírito Santo, possui 291.941habitantes (961.682 habitantes na área metropolitana que engloba Vila Velha e Cariacica).

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  29. Relevo e clima:

    A Região Sudeste - a mais evoluída economicamente do país -, é formada pelos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Situa-se na parte mais elevada do Planalto Atlântico, onde estão as serras da Mantiqueira, do Mar e do Espinhaço. Sua paisagem típica, apresenta formações de montanhas arredondadas, chamadas "mares de morros", e os "pães de açúcar", que são montanhas de agulhas graníticas. O clima predominante no litoral é o tropical atlântico e nos planaltos, o tropical de altitude, com geadas ocasionais.

    A mata tropical que existia no litoral foi devastada durante o povoamento, em especial nos séculos XVIII e XIX, no período de expansão do cultivo do café. Na serra do Mar, a dificuldade de acesso contribui para a preservação de parte dessa mata. No estado de Minas Gerais - o mais montanhoso dos estados brasileiros -, predomina a vegetação de cerrado, com arbustos e gramas, sendo que no vale do rio São Francisco e no norte do estado, encontra-se a caatinga, típica do Nordeste.

    O relevo planáltico do Sudeste fornece grande potencial hidrelétrico à região. A maior usina é a de Urubupungá, localizada no rio Paraná, divisa dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Mas existem outras grandes usinas hidrelétricas como São Simão, Três Marias, etc., pois o potencial da região é grande para esse tipo de aproveitamento energético. Encontram-se ainda no Sudeste, em Minas Gerais, as nascentes de duas bacias hidrográficas: a do rio Paraná, que se origina da união dos rios Paranaíba e Grande, e a do rio São Francisco, que nasce na serra da Canastra. Existem rios de boa dimensão e grande volume d' água, alguns deles em parte poluídos, como o rio Tietê, aliás o único que corre em sentido contrário (leste-oeste).

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  30. Economia:

    Sua economia é a mais desenvolvida e industrializada dentre as economias das cinco regiões brasileiras, nela se concentrando mais da metade da produção nacional.

    Movimentada pelas maiores montadoras e siderúrgicas do país, a produção industrial é diversificada. São Paulo concentra o maior parque industrial e participa com 36,5% do PIB (referência: 1999). Embora os ramos de calçados e têxtil se mostrem os mais aquecidos, percebe-se, no final dos anos 90, relativa queda de investimentos no setor industrial, em virtude, principalmente, dos incentivos fiscais adotados por outras regiões. Ainda assim, o Sudeste consegue manter elevada sua participação no PIB industrial. O interior paulista desponta, no decorrer da década, como um dos principaos pólos de atração de investimentos.

    A agricultura demonstra elevado padrão técnico e boa produtividade. A produção de café, laranja, cana-de-açúcar e frutas está entre as mais importantes do país. Na pecuária, a participação do PIB agropecuário cai de 38,9% em 1985 para 36,3% em 1998. Em Minas Gerais, destaca-se a exploração de numerosa variedade de minérios - em especial as reservas de ferro e manganês na serra do Espinhaço -, e da bacia de Campos, no Rio de Janeiro, sai a maior parte do petróleo brasileiro.

    Abrigando 42,5% da população brasileira e responsável por 58,7% do PIB nacional (327,5 bilhões de dólares em 1999), o Sudeste apresenta grandes contrastes. Ao mesmo tempo que concentra a maior parcela da riqueza nacional, é a região que mais sofre com o desemprego e o crescimento da violência. Ainda assim, seus indicadores sociais mostram-se os melhores do país: o analfabetismo na região é de 8,1%, a água tratada beneficia 95,9% das casas e o esgoto é recolhido em 83,8% das moradias. No Brasil, esses índices ficam em 14,7%, 78,8% e 63,9%, respectivamente.

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  31. Turismo:

    Um dos segmentos que mais se desenvolve nos últimos anos é o do turismo. No Rio de Janeiro destacam-se as praias e o carnaval. Em São Paulo, as atrações vão desde Campos do Jordão, estância de inverno, até as praias do litoral norte, como São Sebastião e Ubatuba. No Espírito Santo, Itaúnas, famosa pelas dunas de areia, que chegam a 30 metros de altura, também recebe visitantes. Em Minas Gerais, são muito visitadas as cidades históricas, principalmente Ouro Preto e Mariana.

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  32. População:

    A região Sudeste é a de maior população e a expectativa de vida é de 69,2 anos. É também a região com a maior densidade demográfica (76,31 hab./km²) e o mais alto índice de urbanização: 89,3%. Abriga as três mais importantes metrópoles nacionais, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

    Imigrantes:

    A expansão cafeeira é uma das razões para que a região tenha recebido muitos imigrantes europeus e japoneses no fim do século XIX e no começo do século XX. Eles se concentram principalmente em São Paulo e no Espírito Santo e transmitem enorme influência cultural para vários setores, como política, artes plásticas e culinária.

    Desde o século passado, o Sudeste é a região que mais atrai imigrantes também dos outros estados brasileiros. Nas últimas décadas, contudo, o aumento do desemprego estimula o retorno de muitas famílias aos estados de origem.

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  33. A Biodiversidade refere-se tanto ao número (riqueza) de diferentes categorias biológicas quanto à abundância relativa (equitatividade) dessas categorias. E inclui variabilidade ao nível local (alfa diversidade), complementaridade biológica entre habitats (beta diversidade) e variabilidade entre paisagens (gama diversidade). Ela inclui, assim, a totalidade dos recursos vivos, ou biológicos, e dos recursos genéticos, e seus componentes.
    A espécie humana depende da Biodiversidade para a sua sobrevivência.

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  34. O termo Região Centro-Oeste existe institucionalizado pelo Governo Federal, desde 1941, quando o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística fez a primeira divisão territorial do Brasil em macrorregiões. Atualmente a região é formada pelos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e pelo Distrito Federal.

    Ocupa uma área de 1.604.852 km2 ( 18,5% da área do país ), entre as latitudes de 7,5 º e 23º ao sul do equador e entre as longitudes de 65º e 45º a oeste de Greenwich, abrangendo a maior parte do Planalto Central com seus chapadões recobertos por cerrados e clima tropical com estação seca bem definida.

    A Região Centro-Oeste é limitada ao norte pelos Estados do Amazonas e Pará, a noroeste pelo Estado de Rondônia, a nordeste pelo Estado de Tocantins, a leste pelo Estado da Bahia, a sudoeste pela Bolívia e Paraguai, a sudeste pelos Estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

    O total da população residente em 1995 era de 10.320.755 de habitantes e a densidade demográfica registrada em 1991 foi de 5,85 hab/km2

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  35. A biodiversidade pode ser conceituada como o complexo resultante das variações das espécies e dos ecossistemas existentes em determinada região e segundo Edward O.Wilson ( Diversidade de Vida, Ed.Companhia das Letras, 1994) nunca a terra teve tanta diversidade de vida como em nossa era, havendo muito ainda a se estudar e descobrir, principalmente na Amazônia, região pouco explorada cientificamente.
    O estudo da biodiversidade tem relação direta para a preservação ou conservação das espécies, pois entendendo a vida como um todo teremos mais condições de preservá-la, bem como é de suma importância para o nosso desenvolvimento, resultando o aproveitamento dos recursos biológicos para que sejam explorados de maneira menos prejudicial à natureza, conservando-a o mais possível, permitindo a harmonia entre o desenvolvimento das atividades humanas e a preservação, chamando-se isso modernamente de desenvolvimento sustentável.
    Sem a conservação da biodiversidade não há garantia de sobrevivência da grande maioria das espécies de animais e vegetais, ante a interdependência e conseqüentemente não poderá haver um desenvolvimento sustentável, pois com a humanidade perderá fontes vitais de recursos para a sua sustentação, de forma que devemos desenvolver métodos e ações concretas para a sua conservação. Para isso é necessário conjugar esforços de toda a sociedade, discutindo-se temas importantes como: controle da natalidade, desenvolvimento industrial e depredação, nova política educacional etc.
    Portanto, a conservação da biodiversidade é importantíssima e fundamental para um desenvolvimento adequado aos anseios mundiais de preservação, constituindo-se a base do desenvolvimento sustentável.
    Para se alcança esse desenvolvimento sustentável, é sugerimos, entre outros: desenvolver uma adequada educação ambiental nas escolas públicas e privadas do pais; fortalecer as instituições públicas que tem o poder-dever de fiscalizar a preservação do meio ambiente; rever a legislação, adequando-a à nova realidade e aos anseios mundiais de preservação ambiental; desenvolver amplos estudos dos recursos naturais existentes, instituindo parques e reservas ecológicas, conservando e dando meios aos já existentes, fortalecendo suas condições de sustento; estimular os meios de comunicação no sentido de divulgação de matérias ambientais ou correlatas; direcionar o desenvolvimento industrial mediante incentivos fiscais, propiciando a criação de polos industriais em áreas de menos impacto ambiental possível; desenvolver uma educação sexual adequada aos parâmetros atuais de ocupação demográfica; incentivar práticas agrícolas que preservem o meio ambiente, fornecendo condições especiais de financiamento e escoamento dos produtos, criando simultaneamente órgãos fiscalizadores efetivos e atuantes, evitando assim desvio de finalidade.
    E, ainda, elaborar planos nacionais de ocupação territorial para as comunidades marginalizadas e carentes, observando as regras básicas de preservação; estudar e refazer a política indigenista para que os "povos da floresta" possam viver em seus ambientes naturais, sem que sejam afetados ou desrespeitados em sua dignidade, bem como respeitada a sua cultura; desenvolver o turismo ecológico com visitas monitoradas às áreas naturais, incentivando a atividade privada na criação de projetos conservacionistas neste sentido; diminuir gradativamente as agressões dos agentes poluidores ao meio ambiente; incentivar a criação de sociedades não governamentais de proteção ambiental(ONGs), com incentivos fiscais etc.
    Se nada for feito, o próprio lixo criado pelo homem o sufocará.
    Portanto, é necessário que se tomem providências urgentes no sentido de desenvolver em todos os cidadãos uma consciência ecológica, voltada para a criação de uma sociedade moderna. Além disso, sem o conhecimento real da importância da biodiversidade e projetos concretos e aplicados de desenvolvimento sustentável, as chances de sobrevivência da humanidade estarão totalmente comprometidas.

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  36. Olá prof meza estou com mt saudades, beijos a todos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1111

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